sexta-feira, 30 de outubro de 2009

do lado de lá do muro




Propagandas da finada Alemanha Oriental. Tem mais aqui, ó

terça-feira, 27 de outubro de 2009

chapéu chapéu chapéu

Tá difícil encontrar mulher chique hoje? My Vintage Vogue ajuda a explicar por quê:


Tem muito mais aqui

ah, google analytics

Desde 28 de julho tem uma pessoa que entra aqui, olha, eu diria que quase todo dia. Ela entra via tráfego direto, ou seja, digita a url no navegador ou a tem gravada entre os favoritos. Usa firefox, é de São Paulo e sua velocidade de conexão mais utilizada é T1, típica de redes de médias e grandes empresas. Ela costuma entrar bem cedo, entre 7h e 9h, e fica menos de 30 segundos, talvez só para checar meus últimos tweets - imagino que não me siga no twitter. Às vezes faz isso nos fins de semana, o que pressupõe alguém que faça plantão.

A pessoa misteriosa nunca se manifestou, o que é uma pena. Juro que queria saber quem me acha interessante a esse ponto.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Inglorious Basterds

Bastardos Inglórios tem os diálogos bem sacados, a violência necessária, a trilha esperta, as referências nerds e todo o pacote Tarantino, desvalorizados sobre um roteiro quase preguiçoso que escapou de ser o livro renegado e inédito do Jô Soares.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

A tal mensagem psicoterápica de Anticristo se perde no festival de escatologias de sangue e sêmen na bruma do bosque, ou seja, polêmica por polêmica, o Antichrist Superstar do Marilyn Manson é bem mais divertido.

O gigante oriental caminha a passos monumentais em direção à casa da praia. Era só ele contra o colosso no caminho da destruição. Acionara o pai e suas enfermeiras selvagens para que trouxessem, sei lá, algum sonífero, algum veneno, algo que derrubasse o gigante.

Mas agora eram só os dois. E, no momento do ataque, na decisiva hora em que os olhares se cruzam e o tempo se arrasta, o grande definha. Diminui até ficar menor que o pequeno. Os olhos pretos, outrora ameaçadores, viram, ah, você sabe, aquela coisinha fofa que só crianças orientais têm. E agora estavam os dois ali quando o pai volta com suas enfermeiras sexy, parecendo herói de filme de ação antigo, com um remédio diluído em taça de dry martini. 'Não precisa mais', disse. 'Agora eu devo protegê-lo'.

O monstro nunca foi tão grande assim.

Up é uma irresistível lição de amor e dedicação em pixels deliciosos, que dão vontade de dar a vida àquela pessoa, de achar a cachoeira mais selvagem, de cruzar o cabo Horn, de fincar os pés na Terra do Fogo só para mostrar que dedicação é o dia-a-dia.

Eles estavam no alto do mesmo morrinho, debaixo da mesma árvore, no mesmo cenário famoso por causa do casal de velhinhos irremediavelmente irresistíveis. Um piquenique sobre uma grande mesa de madeira carcomida, uma toalha que não cobria toda a tábua, um dia ensolarado, um lanche bom.

Foi nessa hora que um grande urubu surgiu do nada e ficou batendo asas brutalmente a poucos centímetros da mesa. Ele, coração disparado, dá um pulo da mesa e fraqueja. A mãe, intocável, não pisca os olhos, continua comendo.

Mais medo e mais sustos de coisas frívolas que a mãe. Nunca a perdoaria por ter sentido isso? Agora ele via. O começo de tudo.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

1,2, 3













[espera]